segunda-feira, dezembro 20, 2004

O Sopro do Coração

Sim, o amor é vão
É certo e sabido
Mas então (porque não)
Porque sopra ao ouvido
O sopro do coração
Se o amor é vão
Mera dor mero gozo
Sorvedouro caprichoso
No sopro do coração
No sopro do coração

Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do
Corpo no turbilhão

Sopra doido
E o que foi do
Corpo no turbilhão

Sopra doido
E o que foi do
Corpo alado
Nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas
Raras

Corto em dois limão
Chego o ouvido
Ao frescor
Ao barulho
À acidez do mergulho
No sangue do coração
Pulsar em vão
É bem dele é bem isso
E apesar disso eriça a pele
O sopro do coração
O sopro do coração

Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do
Corpo no turbilhão

Sopra doido
E o que foi do
Corpo alado
Nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas
Raras

Sérgio Godinho, Lustro

5 Comments:

Anonymous Anónimo said...

É Natal, É Natal
O vento sopra lá fora
O zezinho fugiu
O santaninho caiu
É Natal, É Natal
O vento sopra lá fora
O bagão ficou-se
O presidente sentou-se
É Natal, É Natal
O vento sopra lá fora
O portinhas enganou
E o governo murchou
É Natal, É Natal
O vento sopra lá fora

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12/21/2004 2:52 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Santo Natal
Pedro Santos - Tribulandia

12/24/2004 7:49 da tarde  
Blogger Pecola said...

O rítmo da letra só é suplantado pela musicalidade..

12/25/2004 1:03 da manhã  
Blogger Fernando B. said...

Um excelente jogo de palavras, a que o Sérgio nos habituou.

Um Abraço,

12/28/2004 11:06 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

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11/18/2009 2:41 da tarde  

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